A Câmara da Marinha Grande vai assegurar a contratação de pessoal não docente para as escolas do 1.o Ciclo do concelho, através do Contrato emprego-inserção (ex-Programa de Ocupação) do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
A garantia foi dada pela autarquia marinhense à Federação Concelhia da Associação de Pais anteontem à noite, depois de a associação ter reunido, à tarde, em Lisboa, com os grupos parlamentares do PS, PSD e Bloco de Esquerda (BE) e com os deputados que integram a oitava Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República.
Com esta decisão, a autarquia vai reduzir o número de pessoas contratadas para os departamentos da autarquia para poder dar resposta às necessidades existentes nos agrupamentos de escolas Guilherme Stephens, Nery Capucho, Vieira de Leiria na contratação de pessoal não docente.
Ler mais em Diário de Leiria
Mostrar mensagens com a etiqueta Marinha Grande / Educação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marinha Grande / Educação. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Contratação de pessoal não docente nas escolas em risco
As recentes alterações introduzidas pelo Ministério de Educação (ME) para a contratação de pessoal não docente para as escolas do 1.o ciclo vão obrigar a um esforço financeiro da Câmara Municipal da Marinha, para que o próximo ano lectivo abra com normalidade.
No ano passado, o ME contratou 115 tarefeiros, entre vigilantes e empregadas de limpeza, no âmbito do Contrato emprego-inserção (ex-Programa de Ocupação) do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), cabendo ao município o pagamento do subsídio de alimentação, seguro e deslocações. A tutela tinha a responsabilidade de pagar 20 por cento da prestação mensal de emprego a cada uma das pessoas contratadas.
Ler mais em Diário de Leiria
No ano passado, o ME contratou 115 tarefeiros, entre vigilantes e empregadas de limpeza, no âmbito do Contrato emprego-inserção (ex-Programa de Ocupação) do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), cabendo ao município o pagamento do subsídio de alimentação, seguro e deslocações. A tutela tinha a responsabilidade de pagar 20 por cento da prestação mensal de emprego a cada uma das pessoas contratadas.
Ler mais em Diário de Leiria
Subscrever:
Mensagens (Atom)