Os clientes que se dizem lesados pelo Banco Português de Negócios (BPN) formalizaram ontem, em Porto de Mós, uma associação que pretende defender os direitos dos investidores face àquela instituição bancária e vão promover uma manifestação nacional.
"Foi formalizada a associação nacional de defesa dos clientes do BPN", disse António Henriques, um dos promotores da comissão de lesados, que disse ainda que a decisão de avançar com a criação da associação foi tomada após uma reunião em Alcobaça, na semana passada, que juntou mais de uma centena de clientes lesados pelo BPN.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Cercilei abre pólo intermunicipal em Porto de Mós
Foi ontem inaugurado o novo pólo intermunicipal do Centro de Actividades Ocupacionais da Cercilei em Porto de Mós, com a presença do Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva.
Com capacidade para cerca de 30 utentes, Cristina Meireles, presidente da direcção da Cercilei, confessou que a nova estrutura ainda não está a funcionar a 100 por cento e que vai servir os cidadãos de Porto de Mós e Batalha.
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Com capacidade para cerca de 30 utentes, Cristina Meireles, presidente da direcção da Cercilei, confessou que a nova estrutura ainda não está a funcionar a 100 por cento e que vai servir os cidadãos de Porto de Mós e Batalha.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Relações entre câmara de Porto de Mós e bombeiros ‘metem água’
As corporações de Porto de Mós, Juncal e Mira d'Aire recusaram a proposta da Câmara Municipal de Porto de Mós (CMPM) de atribuir um incentivo de cinco metros cúbicos de água, por mês, aos bombeiros voluntários no activo.
"As Direcções e Comandos das três Associações de Bombeiros Voluntários não aceitam tal decisão sobre este incentivo e exigem da Câmara Municipal de Porto de Mós que reconsidere a sua decisão e para a qual estamos dispostos a negociar com ponderação e razoabilidade, em função dos mais que legítimos interesses dos bombeiros voluntários", lê-se numa nota de imprensa, enviada pela representação das três corporações.
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"As Direcções e Comandos das três Associações de Bombeiros Voluntários não aceitam tal decisão sobre este incentivo e exigem da Câmara Municipal de Porto de Mós que reconsidere a sua decisão e para a qual estamos dispostos a negociar com ponderação e razoabilidade, em função dos mais que legítimos interesses dos bombeiros voluntários", lê-se numa nota de imprensa, enviada pela representação das três corporações.
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