O homem que em Março deste ano matou a mulher com 22 facadas, na povoação de Cabeças, concelho de Alvaiázere, foi condenado, sexta-feira, a uma pena efectiva de 18 anos de prisão, pelo crime de homicídio qualificado, tendo o Tribunal considerado provados quase todos os factos descritos pela acusação.
A juíza-presidente, Maria João Velez, mais do que ler a sentença, aproveitou para dar uma verdadeira lição de moral ao agora condenado, considerando que o crime foi cometido de forma "cruel" e de "maneira quase selvagem".
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Homicida confessou o crime mas colocou o ónus na vítima
O homem acusado de ter morto a esposa com mais de duas dezenas de facadas, no início de Março deste ano, confessou ontem o crime ao colectivo que o começou a julgar no Tribunal de Alvaiázere, apresentando como atenuante ciúmes, motivados por alegada traição.
O Ministério Público, contudo, tem entendimento diferente e considera que houve premeditação, sendo o assassínio o culminar de um ano de perseguições à vítima, que havia saído de casa, alegadamente devido aos maus-tratos continuados e ameaças.
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O Ministério Público, contudo, tem entendimento diferente e considera que houve premeditação, sendo o assassínio o culminar de um ano de perseguições à vítima, que havia saído de casa, alegadamente devido aos maus-tratos continuados e ameaças.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Tribunal de Alvaiázere julga acusado de homicídio da mulher
O Tribunal Judicial de Alvaiá-zere começa hoje a julgar um homem suspeito de, em 5 de Março deste ano, ter morto a mulher de quem estava separado há um ano.
J. M., de 54 anos, está acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de homicídio qualificado e incorre numa pena de prisão até 25 anos.
De acordo com o despacho de acusação, a vítima, Maria Manuela Margarido, abandonou a casa do casal em Março de 2008 devido a "desentendimentos", situação que "o arguido nunca aceitou".
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J. M., de 54 anos, está acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de homicídio qualificado e incorre numa pena de prisão até 25 anos.
De acordo com o despacho de acusação, a vítima, Maria Manuela Margarido, abandonou a casa do casal em Março de 2008 devido a "desentendimentos", situação que "o arguido nunca aceitou".
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